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Um dia desses assisti um filme chamado "Terapia do Amor". As pessoas travam severas criticas a esses tipos de filme pelo fato de abordar o relacionamento humano de uma forma poética e um tanto quanto melancólica(falo isso devido ao final do filme, que me reservo em não contar). Mas quem disse que não devemos ser poéticos ou melancólicos? Quem foi o autor da premissa que a vida tem que ser uma sequência quase que cotidiana entre a racionalidade, o trabalho e futilidade?
Hoje quero sair em favor daquelas e daqueles que ainda encontram a beleza de ser romântico, que conseguem perceber a sutileza de um filme e ser capaz de deixar a emoção tomar conta do momento. Acredito que é preciso resgatar a vontade de se encantar com as coisas e na frenética busca pelo significado dessa plavra amor....
Espero que gostem do texto...
"O AMOR NÃO ACABA, NÓS É QUE MUDAMOS"
Um homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor, e depois de alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem do raio de visão um do outro. Que fim levou aquele sentimento? O amor realmente acaba?
O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos, que são subtituídos por outros no decorrer da vida. As pessoas não mudam na sua
essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades. O amor costuma ser moldado à nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela se modifica à medida que vamos tendo novas experiências, à medida que vamos aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros todos. O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos.
Se nada muda dentro de você, o amor
que você sente, ou que você sofre,
também não muda. Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas. O primeiro é formado por aqueles que se recusam a experimentar a vida, para aqueles que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade até os 120 anos. O outro grupo é o dos sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo, descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com a mesma intensidade e seguiu na mesma direção. Sendo assim, conseguem renovar o amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.
O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou
esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.
Martha Medeiros
Em Os Tambores Silenciosos, de Josué Guimarães o prefeito da cidade fictícia de Lagoa Branca o Coronel João Candido, com a intenção de manter a felicidade e a paz entre os habitantes, decide manter a cidade isolada, proibindo a leitura de jornais, a escuta de rádio ou qualquer outro contato com o mundo exterior. “Lagoa Branca deve viver feliz sem andar com o focinho no cu do mundo”(Guimarães,1981,p.10)
J. J. Rousseau, iluminista francês, acreditava que a partir do momento em que o homem se associou politicamente através do contrato social ele se corrompeu aos vícios tornando-se tirano de sua própria natureza e sujeita à corrupção.
Tendo em vista as duas afirmações é correto afirmar:
a) Da mesma forma como Josué Guimarães demonstrou que no ideal político demonstrado pelo coronel a sociedade como todo corrompe e aliena as pessoas, Rousseau apresenta em sua teoria que o homem ao encontrar-se com o meio social acaba se corrompendo.
b) Não é possível traçar um elo de ligação entre Rousseau e Guimarães pois são de áreas do conhecimento diferentes e suas ciências não se relacionam.
c) Para Rousseau o contrato social é a forma como o homem legitima a sua vida em sociedade trazendo a ele sua liberdade natural. Para Guimarães o homem que viver em Lagoão Branca manterá essa mesma liberdade natural.
d) Na obra de J. Guimarães percebemos que o conceito de felicidade esta ligado ao amor pela cidade e pela defesa da vida sem o contato com o mundo externo. Para Rousseau o homem feliz é aquele que não convive socialmente, o bom selvagem.
e) Não é possível traçar um elo de ligação entre os autores devido a estarem em tempos históricos e políticos diferenciados
Fica ligado nessa questão aquii
“Ser caritativo quando se pode sê-lo é um dever, e há além disso muitas almas de disposição tão compassivas que, mesmo sem nenhum outro motivo de vaidade ou interesse, acham íntimo prazer em espalhar alegria à sua volta, e se podem alegrar com o contentamento dos outros, enquanto este é obra sua. Eu afirmo porém que neste caso uma tal ação, por conforme ao dever, por amável que ela seja, não tem contudo nenhum verdadeiro valor moral, mas vai emparelhar com outras inclinações, por exemplo o amor das honras que, quando por feliz acaso, topa aquilo que efetivamente é de interesse geral e conforme ao dever, é conseqüentemente honroso e merece louvor e estímulo, mas não estima; pois à sua máxima falta o conteúdo moral que manda que tais ações se pratiquem não por inclinação, mas por dever.” (KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. de Paulo Quintela. São Paulo: Abril Cultural, 1980. p. 113.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o dever em Kant, é correto afirmar:
a) Ser compassivo é o que determina que uma ação tenha valor moral.
b) Numa ação por dever, as inclinações estão subordinadas ao princípio moral.
c) A ação por dever é determinada pela simpatia para com os seres humanos.
d) O valor moral de uma ação é determinado pela promoção da felicidade humana.
e) É no propósito visado que uma ação praticada por dever tem o seu valor moral.
Fica ligado nessa questão aquii
“Ser caritativo quando se pode sê-lo é um dever, e há além disso muitas almas de disposição tão compassivas que, mesmo sem nenhum outro motivo de vaidade ou interesse, acham íntimo prazer em espalhar alegria à sua volta, e se podem alegrar com o contentamento dos outros, enquanto este é obra sua. Eu afirmo porém que neste caso uma tal ação, por conforme ao dever, por amável que ela seja, não tem contudo nenhum verdadeiro valor moral, mas vai emparelhar com outras inclinações, por exemplo o amor das honras que, quando por feliz acaso, topa aquilo que efetivamente é de interesse geral e conforme ao dever, é conseqüentemente honroso e merece louvor e estímulo, mas não estima; pois à sua máxima falta o conteúdo moral que manda que tais ações se pratiquem não por inclinação, mas por dever.” (KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. de Paulo Quintela. São Paulo: Abril Cultural, 1980. p. 113.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o dever em Kant, é correto afirmar:
a) Ser compassivo é o que determina que uma ação tenha valor moral.
b) Numa ação por dever, as inclinações estão subordinadas ao princípio moral.
c) A ação por dever é determinada pela simpatia para com os seres humanos.
d) O valor moral de uma ação é determinado pela promoção da felicidade humana.
É no propósito visado que uma ação praticada por dever tem o seu valor moral.
“As plantas transgênicas são assim chamadas porque recebem um ou mais genes de outro organismo para ganhar características supostamente capazes de melhorar seu desempenho produtivo e sua resistência a pragas e doenças. De olho nos possíveis benefícios econômicos prometidos pelas safras transgênicas, os norte-americanos já disseminaram esses organismos em 60% dos alimentos processados em seu país”.(MUNIZ, Marise. Transgênicos: um tiro no escuro. Ciência Hoje. v. 27, n. 160, p. 40, maio 2000.)
Quando falamos em transformação genética falamos na alteração da substancia original do objeto e de sua composição primeira. Aristóteles trás em sua obra o conceito de substancia que pode ser entendido da seguinte forma:
a) o conceito aristotélico de substância expressa uma critica ao abstracionismo da idéia platônica. Substancia é a essência do objeto não podendo ser alterada e muito menos conhecida.
b) O conceito aristotélico de substancia é uma idéia cuja existência encontramos em um mundo inteligível diferente do sensível e que possibilita o conhecimento ontológico do objeto em questão.
c) Para Aristóteles o conceito de substância é alcançado pela matéria e pela forma do objeto em questão, dados fornecidos pela experiência sensível do homem em relação ao objeto.
d) O conceito aristotélico de substância expressa uma afirmação positiva à teoria das idéias de Platão onde podemos considerar a essência do objeto e suas características acidentais
e) Não é possível identificar o conceito de substancia na teoria aristotélica pois para Aristóteles o conhecimento é dado somente pela capacidade contemplativa do homem.